O U Ç A M E
O CD está aqui
Estou a escutar em cada voz..
...todos os ancestrais, todos os Orixás...
As estações da voz
Atendimentos e meditações personalizadas!

Música para alta vibração!

O álbum ENTREGUEME está aqui. Ouça agora ou faça o download pagando o quanto quiser!

Pague o quanto quiser!

Clicando no botão abaixo você irá para o site BandCamp, onde é possível fazer o download do álbum e escolher o quanto você quer pagar por isso. E viva a abundância!

Também nas grandes mídias…

Para quem prefere acessar tudo pelo iTunes ou Google Play Music clique nos links abaixo e você já vai direto pro álbum dentro da loja. Nessas opções os preços são definido pelas empresas em questão!

Ouça aqui.

É só clicar no botão play abaixo.

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Olhos para ouvir, ouvidos para ver…

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Álbum de fotos

Sobre ela, por ela:

A música é a minha experiência de inspiração e expansão. Presença, troca, transmutação. Uma meditação prática, um caminho sem volta. Alquimia da matéria viva. Uma ponte para o essencial. Caminho de encontros, o encontro dos afetos…

 

Meu norte é ouvir a direção que a música aponta. Minha intenção é  ser guiada pela D. Música e nessa entrega caminhar o mundo, trocar, transmutar, ir aos encontros, as potências, essências…

 

Me interessa mais a música que é “com”, do que “para”… É no encontro que a magia acontece, no calor da troca, ao vivo e a cores construímos a alquimia com a poção de cada um. Onde o ciclo se faz inteiro e me completo com seu ouvido vivo e coração repleto!

Para ler mais clique aqui.

A música chegou cedo e cresci acreditando que cantar era coisa que todo mundo fazia, todo mundo mesmo, dos padeiros aos padres! Na adolescência conheci a magia do palco e ali descobri que ser o que se é, é uma das tarefas mais simples e complexas que o ser humano pode ter. Tarefa fascinante, não é mesmo? Hoje me dedico a isso, ser fora a música que soo dentro. Traduzir-me em ofício, ação, trabalho e missão. Essa é a minha paixão calorosa e amor sereno.

Compor pra mim é ouvir. É ir primeiro onde a música de fato começa, no silêncio. Pra acessar a música que está por vir é preciso estar livre de intenções e expectativas, ao menos num tanto. É preciso presença para ser o braço que desenha a nota e o verbo onde aquela música vai se materializar. É como fazer um download de uma internet muito difícil de descrever mas que todos sentem: o campo sutil da sincronicidade da vida.

Na música reconheço o que me leva a mim mesma e me parece que nossa maior missão por aqui é poder estar consigo mesmo tão verdadeiramente, até que seja natural estar verdadeiramente com o outro, e desse encontro prosperar. É nesse ponto que a música me toca, divino e humano, tudo junto. O que me fascina na música é sua maestria em dizer o que não tem palavra e nos colocar onde somos uma coisa só, unos, iguais e diferentes, divinos e humanos, tudo junto! Na música reconheço a vida e por isso ali me reconheço. É só isso e é tudo isso.

Somos muita água

Não queria derramar

Lá onde Deus quiser já deu pé

Nos ancora a maré 

Em todo naufragar

Ninguém tem santo para lhe emprestar

Cada um pode seu tanto na fé

Queira muito e respeite o que vier

Somos muita água

Va até onde da pé

Vida e morte nos liberta da dor

Desinvesti das certezas 

E insiste no amor

Não se espante 

Lhe convido para entrar

Da mesma água somos feitos

Meu sentido te desagua 

Minha voz a te banhar

Sonora História

Já pensou em ter uma música feita pra contar uma história que você viveu, homenagear uma pessoa ou contar para o mundo o propósito do seu trabalho?

 

Esse projeto funciona assim…você conta sua história e ela vira música!!

 

Comunique sua missão em forma de canção, divulgue uma ideia em forma de arte, entregue amor em forma de música!

Escreva para [email protected] e saiba como funciona o passo a passo da criação!

Conheça algumas das composições desse projeto:

Letras… o verbo também canta aos seus ouvidos!

Comunhão imparcial absoluta

(Luciana Barros)
Sei que quieta vivo até mais
Mas tive que dizer
Se me pego na esquina
Eu nem sei o que faço comigo
Isso ta com cara de encontro e é dos bons
Casei comigo mesma
E se eu pedir o divorcio, não dô
Se eu sou o avesso, do avesso,
Do avesso, do avesso, direito então

Young Lady

(Luciana Barros)
Make it easier
Even if it’s hard to believe
I’m telling you it’s your choice
Make it easier
It’s just the way you look around
Pain is just a young lady
Baby, please don’t come back to your home
Please don’t come back to your home
Please don’t
Baby, see our light, see our light, see our…

Tantos quantos

(Luciana Barros)
Um tanto a gente corre
Outro tanto quer correr
Não sei quantos meus tantos
Podem ser, deixa ver

Um tanto é o que te digo
Outro tanto pode ser
Que só faça sentido sem dizer
Ser mais um momento
Enquanto o tempo passa indolor

Um tanto é delírio
Outro tanto dá pra ver
Que o olho é infinito
Derramou, crer pra ver

Um tanto é desmedido
Outro tanto já passou
Pro tempo não há juízo, seguidor
Sou mais um passo não contido
O cais é um perigo
Mar aberto a onde for

Sem recheio

(Luciana Barros)
Não sou muito de falar
Mas na verdade tudo passa
Como o vento que foi bom outrora
Agora eu já nem sei mais à que veio

Me desculpe meu senhor
Mas tempo não é dinheiro
Tem um jeito de viver
Que extrapola todo esse conceito

Você fica aí cheio de dedos
e eu querendo me diluir no coletivo, sem ruir

Não sou muito de calar
Mas meu silêncio é por inteiro
Te acerta em cheio
Sinto revolta não desespero

Me desculpe meu senhor
Mas não tenho tempo pro seu jeito
São muitos números e acertos
Todo emoldurado mas veio sem recheio

Longa estrada

(Luciana Barros e Mario Sene)
Descendo a ladeira
O vento na minha roupa
Só não sei se vou parar
Eu levo ela, ela me leva
Eu levo ela, ela me leva

Sobre duas rodas
Longa estrada
Meu desejo é de longo alcance

Não importa o quanto custa
vale o quanto quer
Meu caminho, minha magrela
e eu…
eu levo ela, ela me leva…

Sob sua pele

(Luciana Barros)
Sabe o tempo não faz questão
Nem greve, nem pirraça
Você é que da atenção demais para o que passa

Sob sua pele toda verdade do mundo
Em cada célula, sim, toda imensidão

Tire o que sobra e o que falta e já terás muito
Dentro de si um ponteiro que rege o mundo

Se queres a verdade, jogue-se no escuro
Em cima do muro você perdeu o chão

Engenho

(Guilherme Rampazo)
Meu bem
quando chega na praia
Se despede, desmaia
Sob a concha azul do céu
O sol vem correndo beijá-lo
E o mar num estalo
Quer ser dele um lençol
Moreno bonito que desatinou
Com a varanda aberta
para os mosquitos

Eu não quero maremoto
Não quero a intempérie
que me fere o pé
Só vou pra onde tudo se esconde
No sono leve do
meu bem, quando quer não disfarça
Vira ao mundo e fala
umas coisas do além

Não faz concessão nem pirraça
com calma e graça
Segue o rumo sem porem

Brevidade

(Thiago de Luccia)
Curta é a vida para nós
Longa é a arte
Não estamos sós
Viemos de muitas multidões
De descompassados corações
Brevidade, vanguarda,
manhã
Louca sina, quiçá, sina sã
Mais-valia, lucros,
mundo cão
Por Dalila se cegou Sansão
Qualquer dia tudo vira pó
Antropofagia, aquele nó
Nó, pó, aquele nó
No vão entre a ação
e a não-ação
Eis, que haja a velha questão
A luta de classes seguirá
Muitos querem só remediar
Chega fevereiro carnaval
Quanto tempo leva afinal?

No vão entre a ação e a não-ação
Eis, que haja a velha questão
A luta de classes seguirá Muitos querem só remediar Chega fevereiro carnaval Quanto tempo leva afinal?

Quem quer que

(Luciana Barros)
Leve é o corpo de quem é são
Deitar na vida sem maldade
Pede a quem quer que tema a gravidade
Favor deitar sem pele nesse chão

Deita com o horizonte, não carece duração
O corpo não se esconde
Pode, implode explosão

Quem voa por dentro não se esquece
Pele com pele me reveste
Tato é desejo em expansão
Boca de quem quer que a revele, a paixão

Faz-te um bem se acompanhe
É assim que há de ser
Pois teu corpo só apanha
Quando quem bate é você

Quem quer que, quem quer que se cante
Quem quer que se cale
Quem quer? Quem quer?

Vasculha no escuro quem quer que te queira imensidão
Vasculha no escuro boa solidão
Teu corpo dita a própria direção

Quem quer que, quem quer que se cante
Quem quer que se cale
Quem quer? Quem quer?

(Luciana Barros)
Eu só penso em chegar lá
É, navegar
Eu não vou perguntar
Se você vem, eu vou

Vou mudar o meu lugar de lugar
Saber do mar
Se ele quer se confessar
Vou ouvir bem cada gota

Penso na areia, no vento num tempo já não lembro quem
Um dia me disse que a vida só fala pra quem quer ouvir
Olho pra gente que sempre se distrai um do outro, pra que?
A gente é que mata, que cala, que cega, que sana esse amor
Dentro do peito tem um dia claro vai amanhecer
Eu vou construir o meu barco que eu acho que o mar já sabe de mim

The banana tree

(Luciana Barros e Mario Sene)
The banana tree drinks the black water
There is always a better way
To deal with your waste
It’s not about to save the planet
It’s all about you find yourself, find your way
To put yourself together again

Have a nice trip

(Luciana Barros)
We could always choose say:
“bye bye bye baby, have a nice trip, in your life baby, have a nice trip, inside”
You could also choose stay by my side baby
Miles away, still by my side baby, even miles away

But if you go please make sure that you’re
carrying all of your sorrow
Let me be by my self with your love

We could always choose say:
“bye bye bye baby, have a nice trip, in your life baby, have a nice trip, inside”
You could also choose stay by my side baby
Miles away, still by my side baby, even miles away

But if you stay please make sure that you bringing all of your soul
anything less than that won’t be enough

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